Categoria "Lugares"

Amantikir Garden – Campos do Jordão – SP

Em 17.08.2016   Arquivado em Fotografia, Lugares

Fazia tempo que eu queria conhecer o Amantikir Garden. Finalmente conheci e já faz quase dois meses, mas só agora vim compartilhar com vocês esse lugar maravilhoso. Egoísta, né?

O Amantikir é localizado em Campos do Jordão, em uma propriedade privada. O parque é um lugar maravilhoso para entrar em contato com a natureza. É composto por mais de vinte jardins, cada um inspirado em um país diferente.

Fiz muuuuuitas fotos, é claro, e vim compartilhar algumas com vocês. Não ficaram como eu queria, mas espero muito que gostem e consigam sentir um pouquinho da paz que senti quando estive lá.

É claro que tinham lavandas e é claro que eu fotografei todas! Essas estavam logo em frente ao primeiro jardim, o Patamares. Uma dica que preciso dar é: se atentem aos jardins. Logo que entrei, passei por uns três sem perceber que “já haviam começado”. Eu estava esperando uma área enorme para cada um deles, mas são pequenos (mas nem por isso menos belos).

Eu sou apaixonada por cactos e suculentas, então o jardim árido foi um dos meus preferidos. Fica logo no começo.

Tem uma estufa enorme por lá. Também faz parte do passeio conhecê-la. Eles não vendem nenhuma muda, todas as plantas cultivadas na estufa são utilizadas na manutenção dos jardins.

Quando eu estive visitando o parque, em junho, haviam dois filhotinhos de gatos muuuuito fofos, que sofreram demais nas minhas mãos! Me apaixonei por eles e se eu fosse uma pessoa muito malvada e egoísta, tinha roubado um pra mim! *___*

Nessa foto dá pra ver o labirinto, ao fundo, que é lindo e bem gostoso de “descobrir”. Também dá pra ver o espelho d’água e o jardim que tem uma lareira.

Detalhe do Jardim Japonês.

Maitacas sendo muito lindas enquanto comiam pinhão! Fiquei deslumbrada nessa cena e fiquei vários minutos admirando e fazendo várias fotos, até que elas voaram. Acho que estavam no Jardim Francês.

Pra finalizar a sessão de fotos, a minha foto preferida: que não poderia ser de outra coisa senão lavandas. Essas foram fotografadas no Lago das Pontes, que tem inspiração oriental.

Mais informações

Como falei no começo, o Amantikir é uma propriedade privada. A entrada não é gratuita e normalmente é cobrado o valor de R$30,00 por pessoa para visitar o parque. Estudantes, idosos e aposentados pagam meia entrada. De segunda a quinta-feira (exceto em feriados e período de férias escolares) tem desconto de R$5,00. Grupos acima de 10 pessoas, com agendamento prévio, pagam R$10,00 cada.

Localização: você pode encontrar o endereço, o mapa e outras informações sobre localização diretamente no site.

E para conhecer um pouco melhor o Amantikir, além de visitar o site oficial, eu os convido a ler esse post que a Tamara fez, com fotos maravilhosas e vários detalhes que não estão aqui.

Eu gostei muito do passeio e o recomendo a todos que visitarem Campos do Jordão. Talvez a entrada seja um pouco cara, mas não é um passeio que será feito todos os dias e é um lugar único. Vale muito a pena!

(O dia em que eu não subi a) Pedra do Baú – São Bento do Sapucaí – SP

Em 08.07.2016   Arquivado em Blog, Lugares

Eu até poderia ter intitulado esse post com o nome da pedra que eu de fato subi (a Ana Chata), mas isso não seria honesto. Afinal, eu fui até São Bento do Sapucaí para subir a Pedra do Baú e eu falhei. Não me orgulho disso, mas desisti faltando pouco. Já faz tempo que deveria ter escrito esse relato, pro registro ser fiel aos sentimentos. Mas antes tarde do que nunca (sempre será meu lema!).

Preciso avisar: senta que lá vem história! O post tá imenso, mas eu não poderia deixar nada de fora. Além de querer deixar registrado tudo isso, acho que é muito válido como informação para quem planeja fazer essa atividade.

Além de ter textão, esse post não terá muitas fotos. Eu até tirei, mas não ficaram boas. 🙁

Informação Técnica: fizemos o percurso da Face Sul. Há dois lados para subir (e descer): a Face Sul e a Face Norte. O panfleto orienta a subida por um lado e a descida por outro. Há relatos de que a Face Sul tenha uma dificuldade menor com relação à Face Norte.

Já tinha muito tempo que eu queria conhecer a Pedra do Baú. Eu nem fazia ideia de como era, mas queria ir. Então, no começo do ano eu comecei a agitar uma amiga minha que adora trilhas, para irmos juntas. Desde que comecei a pesquisar e vi o que realmente enfrentaríamos, eu adorava deixar claro que estava proibido para qualquer pessoa envolvida na atividade desistir. Explico: a subida é quase uma escalada. Tem umas escadas de ferro chumbadas nas pedras e você é sempre orientado, pelos meios oficiais, a usar equipamento de proteção – cadeirinha para escalada e mosquetões.

Só que eu sou A corajosa. A fodástica. A incrívelmente habilidosa. Então, óbvio que eu também achei desnecessário usar a bendita cadeirinha. Um monte de gente sobe sem, porque é que EU precisaria?

Então fomos. O plano era sairmos bem cedo daqui de São José dos Campos, chegarmos até umas 8 AM lá onde inicia a trilha (começa por uma trilha), subirmos, descermos e almoçarmos no restaurante que tem lá embaixo. Nada disso aconteceu.

Essa minha amiga, junto com um amigo dela – que já virou nosso amigo também! – vieram de Ilhabela no dia anterior da subida. Chegaram aqui bem tarde e ainda saímos para comer. Comemos, conversamos, ficamos matando as saudades… Fomos dormir lá pelas 4 da manhã! Claro que não conseguimos sair daqui cedo como planejamos. Saímos bem mais tarde, lá pelas 10 da manhã. E é bem mais longe do que imaginávamos. Dá umas boas duas horas saindo daqui de São José (e eu jurava que era a mesma distância que até Campos do Jordão, que leva no máximo uma hora). Juro que comecei até a me desesperar. É quase em Minas – na verdade em um pedaço do caminho chegamos a sair de SP e entrar em MG, para então voltarmos à SP – sim, é confuso.

Comemos umas besteiras de café da manhã e levamos mochilas pequenas com barrinhas de cereal, um pouco de água (duas garrafinhas de 500 ml para os quatro! Não queríamos carregar peso “desnecessário”) e umas mexericas (pois é! haha). A sinalização por lá é bem confusa. Chegamos tarde, não paramos no restaurante onde eu queria parar, mas sim no estacionamento da trilha oficial, onde é tudo também confuso, pegamos trilha errada, nos estressamos… Enfim, tava tudo errado! Começamos a trilha e acho que já passava das 13h.

Lá fomos nós. A trilha leva a três destinos: à Pedra do Bauzinho, Pedra do Baú e Ana Chata. Cada uma tem um nível de dificuldade. O bauzinho é o mais leve, com meia hora de trilha, sem via ferrata (as escadas de ferro presas às pedras) e é indicada para todos os públicos. Já a Pedra do Baú e Ana Chata tem um nível de dificuldade maior e as tão esperadas (até então!) escadinhas.

Nem cogitamos a visita ao bauzinho, pois já estava tarde. Fomos direto pela trilha que levava ao Baú. E fomos… fomos… fomos… A trilha é longa. Quando o panfleto informou entre três e quatro horas entre ida e volta, eu já calculei que levaríamos a metade do tempo (A diferentona, lembram né). Mas não. A estimativa é realista. Agora, imagina isso sem ter comido ou dormido direito. Então. Foi pior.

Não quero desanimar ninguém. Muito pelo contrário! Só que é válido deixar a minha impressão de que todos os lugares onde pesquisei não foram claros quanto ao nível de habilidade que a trilha realmente demanda. Você não precisa ser um atleta e nem uma pessoa expert em trilhas. O caminho é bem tranquilo e não tem que desbravar nenhuma mata – isso já está pronto. Mas tem muita subida e é uma trilha longa, então o seu condicionamento físico tem que estar em dia, você deve estar bem disposto e levar pelo menos água o suficiente.

Os nossos amigos de Ilhabela são “trilheiros” e atléticos, o Arthur e eu não somos! (haha) Mas a maior dificuldade foi mesmo a escassez de água. Racionamos o único litro que levamos e não foi fácil – especialmente na volta!

Mas ok. Ainda falarei um pouco mais sobre isso daqui a pouco. Vamos à realidade cruel e motivo da inconclusão da missão.

Fizemos a trilha. A fome e a a sede ainda estavam sob controle. Enfim chegamos ao pé da subida. Faltava pouco para alcançarmos o topo da Pedra do Baú!!! As tão aguardadas (repito: até então) escadinhas tinham começado. Que alegria! Que satisfação!
Começamos a subir.

Os ferrinhos são realmente muito bem presos às pedras. Parece que nasceram ali! Não resta nenhuma dúvida de que permanecerão firmes e fortes. Então as primeiras escadinhas foram até fortalecedoras da confiança. Até que chegamos a uma escada bem alta e essa era a 90°, diferente das que já tínhamos subido, que eram bem mais inclinadas e curtas. Lá embaixo dessa escada minha amiga já começou a falar que não subiria. Eu fui taxativa: VAI SUBIR SIM! E ela subiu, reclamou um pouco, mas foi até lá em cima e ficou tudo bem. Então eu fui subir, e o Arthur logo atrás.

Subi uns 10 degraus, olhei pra baixo e vi que estava bem alto. Realmente alto. Além do pequeno pedaço de terra, de onde partimos, tinham muitos mais metros de puro e simples abismo. Preciso ressaltar que eu nunca tive problemas com altura. Em incontáveis situações eu fui a única pessoa em um grupo que estava confortável com alguma situação de risco de queda de uma grande altura.

Essa é a escada que me fez desistir. Pessoalmente é muito mais assustadora, eu juro! (a foto tá péssima, mas eu tinha que mostrar essa bendita escada, né?)

Eu costumo ser sempre a mais radicalzona. Lembram que eu falei que sou A destruidora? Então. Tudo isso caiu por terra naquele momento. E o meu medo era de que EU caísse também. Eu não estava nem na metade dessa escada e eu já tinha tomado a decisão. Eu não ia continuar. O Arthur estava logo abaixo de mim. Ele sim tem medo assumido de altura. Ele que nunca vai comigo aos brinquedos dos parques de diversão. Falei pra ele que não ia continuar. Nossos amigos já tinham terminado a subida dessa escada. Ele falou: termina de subir essa, vai dar tudo certo!

Eu estava com vertigem (e isso era novo!) e estava gelada de tanto medo. Cada degrau que subi foi lento, cheio de cuidado e pavor. Se eu errasse, cairia.

Lembram da cadeirinha de proteção? Era tudo o que eu mais queria naquele momento.

Terminamos de subir a escada e encontramos duas moças que haviam desistido naquele mesmo ponto. E elas estavam com as benditas cadeirinhas, mosquetões e capacete. Tudo certinho. Estavam esperando os maridos, que continuaram o percurso. E avisaram que tinham mais três escadas: uma logo na nossa frente, uma próxima que era bem assustadora (mais ainda do que a que havíamos acabado de subir) e a última, que concluiria a subida.

Foram os momentos de maior angústia, juro. Eu estava ali, pronta pra desistir. Aí soube que faltava tão pouco, mas ao mesmo tempo ainda teria um desafio maior do que o que acabara de enfrentar. Não foi fácil. O grupo todo estava dividido. O Arthur queria descer, com razão. Eu também queria descer, mas ao mesmo tempo eu queria chegar ao fim. A Letícia, minha amiga, queria continuar, apesar do medo. O Waguinho – nosso novo amigo – declarou que o que a gente decidisse ele acompanharia – e ele era o único claramente confortável naquela situação.

Como já contei lá no começo, desistimos. Acho que o meu maior remorso é que a Letícia e o Waguinho com certeza teriam terminado se não tivéssemos desistido. Mas eles quiseram nos acompanhar.

A descida por essa escada monstruosa foi ainda pior. Logo no topo ela tem uma passagem entre a escada de 90° e uma outra inclinada, que é a pior parte! Eu realmente achei que fosse morrer. Eu estava MESMO em pânico!
Mas descemos.

Lá no pé da subida, onde eu estava pronta para voltar, sem nenhuma história feliz para contar, a Letícia e o Waguinho falaram que continuariam a trilha até a Ana Chata. Então lá fomos nós! Preciso realmente deixar a minha gratidão registrada aqui. Eu estava pronta para voltar, com o rabinho entre as pernas, com apenas frustração dentro de mim. Mas graças aos nossos amigos nós ainda conseguimos subir em alguma pedra! haha

A trilha até a Ana Chata é mais ou menos mais um terço da trilha até o Baú. Nesse momento a fome e a sede já estavam bem mais acentuadas, assim como o cansaço. Mas prosseguimos.

Essa trilha ainda tem um pouco de via ferrata, mas nada tão dramático, foi muito divertido, isso sim. Passamos por dentro de uma caverna, nos escoramos em um pára peito, também de ferro.. E foi tudo emocionante na medida certa! Chegamos à Ana Chata, apreciamos a vista maravilhosa – tiramos fotos, claro! – e então descemos quando o sol já estava começando a baixar. Que lugar maravilhoso!

Esses somos nós muito felizes, depois de conseguir subir em alguma pedra! haha

A volta toda foi realmente tortuosa. Levamos umas duas horas para voltar, a sede e a fome foram absurdas e junto com elas a exaustão, claro. Teve muita subida, algumas extremamente íngremes. Em vários momentos encontramos pessoas tão ou mais abaladas do que nós, tanto na subida à pedra quanto na trilha. Na volta encontramos uma família que estava ainda menos preparados do que nós estávamos. A adolescente que estava com eles chegou a ter uma crise de choro de tão exausta – e ainda estavam na metade do caminho. Juro que não foi frescura. A trilha é bem longa e é preciso estar preparado para isso.

Terminamos já no crepúsculo, passava das 17h. Eu estava com tanta fome e sede! Lá no estacionamento tem uma lanchonete (importante ressaltar que não aceitam cartão!!!) e eu bebi duas garrafinhas de água e ainda um caldo de cana de 500 ml! Deixamos para comer na cidade, mas era um horário terrível, não tinha nada aberto! Rodamos muito até encontrarmos um restaurante – que eu não faço ideia de qual era o nome – onde comemos as melhores pizza e batata frita que já comi na vida – sério, eu acho que nunca senti tanta fome!

Voltamos pra casa cansados mas muito felizes apesar de tudo. Com a promessa de voltarmos com a bendita cadeirinha – e mais condicionamento físico, por favor! – e subirmos a Pedra do Baú!

SOS Cupcakes – São Paulo / SP

Em 19.01.2016   Arquivado em Lugares

Mês passado o Arthur e eu recebemos um casal de amigos muito queridos para jantar aqui em casa, a Tati e o Felipe. A noite foi deliciosa (modéstia a parte a comida estava muito boa). Conversamos muito, rimos, comemos… Mas sabem qual foi a melhor parte de tudo? Ganhamos cupcakes maravilhosos! hauahuaha

A Tati trabalha perto de uma lojinha de cupcakes que eu descobri que são os melhores que já comi: a SOS Cupcakes. Ela trouxe duas caixinhas cheias e nos acabamos de comer! Fotografei para mostrar pra vocês, claro!

Ela trouxe 12, entre eles 7 sabores diferentes, que se eu me lembro bem foram: paçoca, red velvet, ovomaltine, banana, limão, nozes com baba de moça e um red velvet com chocolate.

Todos estavam maravilhosos, mas o de paçoca com certeza foi o meu preferido!

Queria tanto ter esses cupcakes pra comer agora! Não estou sendo maldosa só com vocês, mas comiogo mesma também. 😛

Um zoom no cupcake mais lindo (o red velvet) e no mais delicioso (paçoca). Como faço pra tê-los agora??? Que delícia!

Todos são super recheados e tem a massa bem fofinha. São muito saborosos, senti o sabor de cada um deles bem intensamente, mas nada artificial. Quando falo que são os melhores cupcakes que já comi, podem acreditar!

Como vocês já devem ter visto no título do post, a SOS Cupcakes fica em São Paulo, capital. Pois é, nem todo mundo tem fácil acesso (nem eu!! 🙁 ), mas quis compartilhar essa descoberta com vocês, porque quem mora na capital ou estiver de passagem, já sabe que precisa conhecer essa confeitaria. Eu mesma com certeza vou conhecer pessoalmente quando for pra Sampa. Se o lugar for tão lindo quanto os cupcakes, já sei que vou me apaixonar.

SOS CUPCAKES
Endereço: Rua Desembargador do Vale, 162
Perdizes | São Paulo – SP
Telefones: (11) 3578-1001 | (11) 3578-1002

Agora que conheci o site e tudo sobre eles, estou ainda mais apaixonada! *-*
Me contem o grau de desejos de vocês, depois dessas fotos, nos comentários! Vamos desejar juntos! haha 😀

Chalés Ferradura – Campos do Jordão (beda #17)

Em 17.08.2015   Arquivado em Lugares

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No último fim de semana foi o aniversário do Arthur (parabéns, de novo, amorzão! *-*) e para comemorar fomos para Campos do Jordão com um casal de amigos. Ficamos novamente nos Chalés Ferradura e dessa vez vim contar um pouco mais sobre esse lugar lindo que é um dos meus favoritos no mundo. *-*

falei um pouco sobre os chalés nesse outro post. Dessa vez quis fazer um post mais detalhado porque é um lugar lindo que vale a pena conhecer.

Os chalés ficam a mais ou menos 15 minutos de Capivari (o centrinho de Campos) e estão em uma área verde enorme – não faço idéia do tamanho, mas é grande! Com certeza é o destino perfeito para quem quer tranquilidade e contato com a natureza. Tem trilhas, um corrego com uma queda d’água, bichinhos soltos…

 

Em todos os chalés também tem uma pia, frigobar e microondas, para improvisar alguma refeição. Além disso também há uma cozinha bem grande para uso dos hóspedes. Não são oferecidas refeições (nem café da manhã) e não tem serviço de quarto. Mas isso, para mim, não prejudica em nada o lugar. A gente levou coisas pra deixar no frigobar para tomar café da manhã e beliscar ao longo do dia… As principais refeições nós fizemos lá em Campos mesmo. Da outra vez que fomos até fizemos um jantarzinho usando a cozinha que disponibilizam.

Amo lavandas e pra mim já vale todo o passeio o fato de ter vasos com a plantinha na frente de alguns chalés!

A cachoreira é pequenininha, mas o barulhinho que ela faz e que dá pra ouvir dos chalés é maravilhoso! *-*


Essa é a Dora, uma amiguinha que fizemos que mora por lá. Eu que dei esse nome pra ela e acabou pegando. No fim nem lembrei de descobrir o seu nome verdadeiro… Ela é uma fofa e já estou com saudade. *-*

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Em todos os chalés tem banheira de hidromassagem, sacada com uma vista linda pra um bosque de araucárias, aquecedor e ar condicionado. Também tem roupa de cama e cobertores, mas é preciso levar roupa de banho e produtos de higiene pessoal (sabonete, creme dental, shampoo e condicionador…). O chuveiro e a banheira são ótimos e são aquecidos a gás, então a água é bem quente! Também tem aquecedor elétrico nas torneiras (tanto da pia do banheiro quanto da “cozinha”), o que é perfeito, já que pelo menos nessa época esfria bastante por lá – principalmente a noite. Tem tomadas com as voltagens 110V e 220V, bem sinalizadas, então ninguém passa nenhum apuro.

Não tem wi-fi e o celular nem sempre funciona. Tem Sky mas a TV é pequena – na verdade nem ligamos. Eu adoro estar conectada o tempo todo, mas ficar de folga da internet por um tempo é bem relaxante.

É um lugar maravilhoso pra passar um fim de semana, um feriado prolongado… O preço é super amigo, principalmente na alta temporada (inverno) onde a hospedagem em Campos é extremamente cara. Nas outras épocas do ano fica dentro da média.

Não é  tão fácil de achar na primeira vez que se vai pra lá. Não conseguimos encontrar no GPS nem no Google Maps, o único que localizou foi o Google Waze. Tem um trecho do caminho em estrada de terra, mas não é das piores. Ass Marias, proprietárias, explicam super bem e sempre ajudam a chegar em caso de dificuldade.
Infelizmente só dá pra visitar de carro ou moto. Como é afastado não chega ônibus até o local. Se pretende ficar apenas por lá, dá pra arriscar ir de táxi – mas vai ficar bem mais difícil para visitar a cidade.

Dá pra ver mais fotos, obter informações, entrar em contato e fazer reservas no site deles, clicando aqui.

Com certeza eu recomendo. Pra quem gosta de tranquilidade e natureza é um paraíso. Vale muito a pena conhecer!

Festa da Cerejeira de Campos do Jordão (beda #16)

Em 16.08.2015   Arquivado em Lugares

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No começo do mês eu fui à Festa da Cerejeira no Parque do Carmo, em São Paulo. Ontem eu fui à festa de Campos do Jordão e vim mostrar tudo e contar pra vocês a minha opinião de especialista em Festas de Cerejeiras! hauhauah

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A festa é organizada pela Beneficência Nipo Brasileira de São Paulo e é em prol do Recanto de Repouso Sakura Home – onde vivem vários japonesinhos idosos – por isso é cobrada uma entrada no valor de R$10,00 por pessoa. Idosos e estudantes pagam meia entrada. Como eu estava sem a minha carteirinha paguei inteira mesmo.

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Comparada à Festa do Parque do Carmo, a de Campos estava vazia. Claro que isso se deve a vários fatores, como o fato de acontecer por vários fins de semana enquanto a de SP acontece apenas um; cobrar entrada enquanto em SP a entrada é livre; e principalmente ser na pequena Campos do Jordão e não na gigantesca cidade de São Paulo, com mais de 11 milhões de habitantes.

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Com relação ao local, eu achei os dois parques muito bonitos. Mas em Campos do Jordão existe sim um cuidado maior, principalmente por ser uma área privada e não pública. Mas eu senti falta do clima de contemplação às flores que teve em São Paulo. Em Campos não tinha ninguém estendendo canga debaixo das árvores para comer e passar o tempo. Havia uma praça de alimentação então não tinha ninguém comendo no bosque. Adorei comer embaixo da árvore lá em SP e senti falta disso dessa vez – porque o meu grupo de amigos super urbanos preferiu se sentar à mesa! hauaauha

Por falar em comida, gostei mais da que comi em SP. Comi hot rolls nas duas festas (eu amo!!!) e o que comi ontem não estava tão bom – apesar de ter conseguido comprá-lo e tê-lo em mãos em 5 minutos, enquanto em SP levei quase uma hora. Já o Yakisoba que o Arthur comeu ele adorou e foi só elogios. Os preços são muito parecidos, paguei R$15,00 no hot rolls (mas eram menores do que em SP, então achei caro) e o Arthur R$20,00 no Yakisoba, que era enorme. Também haviam barraquinhas com comida “normal” como pastel, crepe suíço, morango com chocolate… Tem comida pra todos os gostos.

Uma das coisas que tem em Campos que precisava demais ter em São Paulo: conscientização. Por lá haviam várias plaquinhas como essa, pra evitar maus tratos com essas arvorezinhas tão frágeis. Claro que não são todas as pessoas que respeitam – infelizmente – mas o fato de ter a placa com certeza ajuda. É sempre bom ser lembrado de ter educação e bom senso.

As florzinhas já estavam ficando murchinhas, mas isso porque faz tempo que as árvores floriram. Tenho certeza que no começo do mês tinha mais sakuras nos galhos. Inclusive ano que vem pretendo ir logo no começo da festa.

Como sempre, fiz várias fotos e foi até difícil não selecionar todas pra colocar aqui!

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Eu adorei essa foto, pena que o display da câmera acabou refletindo.


Sou apaixonada por essas lanternas japonesas. Essa com sakuras é maravilhosa! *-*

Lá também havia um espaço com uma feirinha de artesanato e artigos japoneses (tinha até CDs de artistas japas). Adorei e claro que trouxe uma lembrancinha da festa porque eu amo artesanato e achei o trabalho muito lindo e delicado.


Fui às duas festas e não consegui preferir nenhuma delas. Pretendo voltar às duas quantas vezes for possível, ao longo da minha vida. Cada uma tem um clima diferente. Eu adoro a cultura japonesa e as comidas (especialmente as fritas, porque eu sou dessas! hauahuah), mas principalmente eu amo essas árvores.

Pra ver fotos lindas e saber a opinião de alguém que é muito mais especialista do que eu nessa festa de Campos do Jordão, você pode ver as fotos e o post que a Tamara fez.

Infelizmente esse foi o último fim de semana da festa. Agora só ano que vem, mas já vale a pena ir se programando, se quiser pode seguir a página do evento no Facebook pra ficar por dentro das datas.

Essas fotos foram “patrocinadas” pelo meu amigo Rafael, que sempre me deixa dominar a câmera dele quando estou por perto. A câmera é uma Canon T3i e a lente que usei foi a do kit, a 18-55 mm. Obrigada, Rafa!

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