Subexplicado

Subexplicado

Resenha: Eu Sou o Mensageiro

Eu Sou o Mensageiro é o terceiro livro publicado de Makus Zusak, autor de A menina que Roubava Livros.

O que diz a sinopse:

Venha conhecer Ed Kennedy. Dezenove anos. Um perdedor.

Seu emprego: taxista. Sua filiação: um pai morto pela birita e uma mãe amarga, ranzinza. Sua companhia constante: um cachorro fedorento e um punhado de amigos fracassados.

Sua missão: algo de muito importante, com o potencial de mudar algumas vidas. Por quê? Determinado por quem? Isso nem ele sabe.

Markus Zusak, autor do best-seller A Menina que Roubava Livros, nos fornece essas respostas bem aos poucos neste incomum romance de suspense, escrito antes do seu maior sucesso. O que se sabe é que Ed, um dia, teve a coragem de impedir um assalto a banco. E que, um pouco depois disso, começou a receber cartas anônimas. O conteúdo: invariavelmente, uma carta de baralho, um ou mais endereços e… só. Fazer o que nesses lugares? Procurar quem? Isso ele só saberá se for. Se tentar descobrir. E, com o misto de destemor e resignação dos mais clássicos anti-heróis, daqueles que sabem não ter mesmo nada a perder nesse mundo, é o que ele faz.

Ed conhecerá novas pessoas nessa jornada. Conhecerá melhor algumas pessoas nem tão novas assim. Mas, acima de tudo, a sua missão é de autoconhecimento. Ao final dela, ele entenderá melhor seu potencial no mundo e em que consiste ser um mensageiro.

Título: Eu Sou o Mensageiro (The Messenger – no original)
Autor: Markus Zusak
Editora: Intrínseca
Edição: 1ª
Ano: 2007
Especificações: Brochura | 318 páginas

Ed é um cara fracassado, desinteressante e sem perspectivas atraentes de vida. Mas ele não se importa. Segue sua vidinha bem mais ou menos, reclamando apenas até onde se sente no direito e sem fazer nada de bom para os outros ou para si mesmo.

As coisas mudam quando ele acaba evitando um assalto a um banco, em um dia qualquer. No momento em que ele se interpõe no destino do assaltante, ele está mudando também o seu destino, assim como o de várias pessoas a quem ele deverá entregar mensagens.
Existiu apenas um motivo para eu querer muito ler esse livro: Markus Zusak.
Adoro A Menina que Roubava Livros, já fiz releitura dele umas 10 vezes (no mínimo) e é um dos meus livros favoritos, senão O favorito dentre todos os outros…
E da mesma forma que O Mensageiro chegou à mim pelo motivo "autor", foi esse o motivo que me levou a ficar insatisfeita com tudo.
Eu não sei o que estava esperando, mas estava esperando muito. Claro que eu sabia que seria algo diferente, mas não sei até que ponto eu "relevaria" tanta diferença assim.
Em Eu Sou o Mensageiro, tudo gira em torno de um cara abaixo do medíocre, com amigos ainda mais patifes do que ele, histórias de vida insossas e pessoas desinteressantes.
Pra ser muito sincera, o personagem mais cativante e completo de todo o livro é o Porteiro, o coitadinho do cachorro fedido do Ed – inclusive eu achei tão desnecessário deixar o bicho como o desagradável, fedorento e mal quisto. Pra quê????
A história aborda a necessidade da ajuda ao próximo e autoconhecimento para ajudar a si próprio. Não consigo imaginar outro gênero para abordar esse tipo de tema que não seja auto ajuda. Para mim o livro se tratou disso o tempo todo: auto ajuda mascarada em uma história água com açúcar; tal como O Monge e o Executivo, por exemplo.
Apesar de tudo, tem um pouco de mistério; mas é o tipo de questionamento: Por que isso está acontecendo? Qual a finalidade? Qual a utilidade? Onde se quer chegar?

Os métodos utilizados em alguns momentos são tão geniais quanto pensar em retirar a casca de uma banana antes de comê-la.
Alguns diálogos são totalmente entediantes e a quantidade de gírias em desuso é irritante (o livro foi publicado em 2007, mas não sei o que acontece com o tradutor, ele só faltou usar "supimpa", "transado" ou "xuxu beleza", de resto, todas as gírias que seus avós usaram ao longo da juventude estão no livro!

Todos os personagens me irritaram, com exceção do Porteiro. Que bom que ele não tinha diálogos, pra não ser estragado.
A diagramação ficou bem legal. Ponto pra Intrínseca! Não sei como está essa versão com a capa de caixa postal (que não gostei), mas essa edição com o Joker está "transada" (hahahah), os capítulos tem desenhos de cartas de baralho (que tem tudo a ver com a história). Gostei muito. Só não gostei da tradução, como já disse….
A verdade é que eu tinha dado duas estrelas no Skoob, depois mudei pra três. No fundo até foi divertido ficar criando teorias pra um monte de coisas sem sentido estar acontecendo e no final ser tão algo óbvio e idiota; mas ao fazer a resenha percebi que eu não gostei mesmo do livro. Me decepcionei 🙁
Expectativas altas sempre interferem nas experiências. A melhor coisa é mantê-las neutras… Aquela história: crie carunchos, mas não crie expectativas. 😛
Minhas últimas leituras – 6 livros para ler nas férias
Troquei meus livros por um Kindle
5 livros de Terror para ler em Outubro (Mês do Horror)

Melman e o Outono

Hoje eu só vou postar umas fotos que tirei no fim de semana. 
Estou atolada de coisas pra estudar e não tive tempo de escrever o post que queria. Quem sabe eu consiga me organizar e usar o próximo feriado para criar conteúdo e deixar guardado para esse tipo de situação – parece promessa de fim de ano, sempre quero fazer isso mas nunca dá certo.
Ontem eu fui passear com o Melman e levei a câmera pra tirar fotos dele, mas ele não colaborou e o que eu consegui foi fotografar flores (rss)… Na verdade ele ficou bem comportado no sábado e consegui fazer algumas fotos, eu é que estava querendo demais, achando que ele já tinha virado modelo… As fotos de sábado não ficaram com a iluminação boa, eu estava fotografando sem o flash, no comecinho do crepúsculo, embaixo de uma iluminação amarela. No visor da câmera estavam maravilhosas, mas a realidade foi um fracasso. As fotos ficaram escuras e sem foco…. A única que realmente saiu boa foi essa que tirei com flash. Já as de ontem teriam ficado lindas, se ele não tivesse pulando igual uma pulga :P. O dia estava ensolarado e friozinho, como eu amo!
Não é a coisinha mais linda do mundo??? *-*
Essa foi a minha preferida… Adorei as cores.
Nessa eu quase consegui um efeito bokeh com a luz do sol ao fundo 😛
Enfim, eu nem ia colocar essas fotos aqui, já tinha colocado-as no meu flickr, mas achei melhor do que post nenhum, né?

Um beijo!!!

*As fotos foram feitas com minha câmera compacta (Sony Cyber Shot W530)*
Melman (e Kiv) estrelando: O Dia do Cachorro
Passeio em Campos do Jordão
5 manias do Melman

Desafio: 30 dias, 30 contos (Parte 2)

Hoje é dia de falar sobre o desafio de 30 contos em 30 dias (pra quem ainda não viu eu o lancei aqui e falei sobre a primeira parte aqui). Vou falar sobre 8 contos que li, desde o dia 14 até ontem; dessa forma eu cheguei à metade do projeto.
Vamos aos contos?

8º Dia (14 de Abril): As Competições de Cowlick – Richard Kennedy (Livro Foras da Lei Barulhentos…)
Um grupo de forasteiros invadem uma cidade para saqueá-la e um menino tenta despistá-los enquanto o xerife e os outros policiais voltam da pescaria.
Não sei o que falar desse conto. Esse livro é de contos infanto-juvenis. Não me lembro direito mas acho que nem quando eu tinha uns 9 anos eu gostaria de um conto como esse… Tão zzzzz…. =/
 
9º Dia (15 de Abril): Vendidos Separadamente – Jon Scieszka (Livro Foras da Lei Barulhentos…)
Conto escrito a partir de propagandas norte-americanas (que quando possível foram adaptadas às brasileiras) e bordões da história dos Estados Unidos.
Eu imagino e espero que os americanos tenham entendido o que se passa, visualizando as cenas das propagandas e bordões e haja algum motivo para isso ter sido publicado. Para mim não passou de um amontoado de palavras jogadas, sem sentido algum. Sério mesmo, se puder ler, para entender o que estou dizendo… NÃO FAZ SENTIDO!
10º Dia (16 de Abril): O Terceiro Desejo de Seymour – Sam Swope (Livro Foras da Lei Barulhentos…)
Seymour é filho de uma ogra que odeia crianças – inclusive o próprio filho – mas ama gatos. Certo dia ele captura um duende que deve conceder-lhe 3 desejos. Não é difícil imaginar qual será esse terceiro desejo de Seymour, mas mesmo assim o conto é legalzinho, principalmente se comparado aos 2 anteriores… Nada demais, nada de profundo, nada de nada. Apenas uma historinha pra passar o tempo…

11º Dia (17 de Abril): Grimble – Clement Freud (Livro Foras da Lei Barulhentos…)
Grimble é um menino de aproximadamente 10 anos que vive sua rotina normalmente, até o dia em que seus pais viajam para o Peru, deixando apenas bilhetes para ele conseguir se virar até que voltem.
Achei o conto bem gostoso de ler, é o mais longo do livro todo (39 páginas). Fiquei o tempo todo curiosa querendo saber o que os pais dele estavam fazendo no Peru e o propósito de tudo. Achei o final confuso, não consegui entender (hauahuah) e nem sei se tem algo a ser entendido… mesmo assim gostei 🙂
12º Dia (18 de Abril): Spoony-e & Spandy-3 contra as hordas roxas – James Kochalka (Livro Foras da Lei Barulhentos…)
É um quadrinho, sobre algo parecido com uma dupla – um bebê e um gato – de astronautas, em algum lugar do universo, lutando contra umas gosmas roxas. Entendeu? Nem eu.
13º Dia (19 de Abril): Pássaro-do-sol – Neil Gaiman (Livro Foras da Lei Barulhentos…)
Um grupo de excêntricos epicuristas (se você, assim como eu, não sabe o que é epicurismo, eis a explicação) com hábitos alimentares peculiares faz uma expedição ao Cairo para encontrar um prato que nunca apreciaram: o Pássaro do Sol.
Tive altos e baixos com esse conto. Primeiro, minha expectativa estava alta, afinal estamos falando de um dos autores mais comentados dos últimos tempos. Quando comecei a leitura, e até a metade pro final, estava super entediada, achando sem pé nem cabeça (nunca li realismo fantástico, mas acho que esse conto se trata do gênero, por favor me corrijam se eu estiver errada) mas aí o negócio vai engrenando e o final é muito bom! Eu amei do final, achei totalmente inesperado e fascinante.
14º Dia (20 de Abril): O Telefone da ACSE – Jeanne DuPrau (Livro Foras da Lei Barulhentos…)
Um garoto simples que adora andar em seus patins e não gosta de voltar para casa depois da escola encontra um celular em um parque. Ao tentar achar o dono, ele acaba fazendo uma ligação para um lugar estranho em uma frequência mais estranha ainda.
Tudo muda em sua vida quando ele encontra o responsável pelo telefone, que explica pra ele para que o celular serve e como deve ser usado.
Eu gostei. Achei diferente, criativo e a mensagem que passa é muito bonita e de utilidade pública.
15º Dia (21 de Abril): O Sexto Distrito – Jonathan SafranFoer (Livro Foras da Lei Barulhentos…)
Fala sobre a existência, no passado, de um sexto distrito na Cidade de Nova York e de como ele deixou de existir.
É um conto bonitinho, principalmente pra ser contado às crianças de Nova York,que poderão imaginar o que está sendo descrito com muito mais facilidade do que as que nunca viram NY ou o Central Park na vida – like me.
E essa foi a minha segunda e última semana de desafio. Isso mesmo, infelizmente eu não vou concluí-lo. Fica para outra oportunidade 🙂
Pra quem se interessou pelos contos, o livro é uma edição muito bonita da CosacNaify, que inclusive comprei pela capa – me apaixonei, ele tem uma jacket linda de morrer, mesmo não sendo capa dura; só não gostei muito da diagramação, mas não é nada para morrer de ódio…
Minhas últimas leituras – 6 livros para ler nas férias
Troquei meus livros por um Kindle
5 livros de Terror para ler em Outubro (Mês do Horror)

Jardim Botânico Irmãos Villas Boas (Sorocaba-SP)

Nesse feriado de páscoa fomos para a casa da minha mãe, que se mudou recentemente para Sorocaba (interior do Estado de São Paulo). Aproveitamos pra conhecer o Jardim Botânico, recém inaugurado, que eu estava louca pra ver.
Fomos e tirei algumas fotos. Gostei muito de lá. Como é novo – foi inaugurado em 15 de Março – algumas coisas ainda estão se estabelecendo, como o roseiral que tem na frente e estava bem seco… Imagino ele daqui alguns anos, com as árvores maiores, as roseiras fortes… Mas já está bonito e o perfume que as rosas exalam é maravilhoso!

No roseiral tem 27 espécies de rosas. Como já disse, estavam fracas e ressecadas – ainda estão se adaptando. Elas estão dispostas no formato de um sol com 12 raios. 



Dentro do Palacete de Cristal estão expostas várias espécies de plantas nativas, dispostas de forma harmônica e ornamental.


Arthur, meu modelo preferido posando para minhas experiências fotográficas… Isso sim é marido! 😛
Ele também é meu fotógrafo e está melhorando muito! Antes sempre cortava os meus pés e deixava uns 5 quilômetros de foto pra cima (hauahua).
Pra quem mora perto ou vai passar por Sorocaba, a visita é indispensável. Lá também tem um orquidário, uma biblioteca de plantas secas, um centro de pesquisas de plantas nativas ameaçadas e aulas de educação ambiental.  Está localizado na rua Miguel Montoro Lozano, 340, no Jardim Dois Corações, próximo ao Parque das Águas. A entrada é gratuita e ele funciona de terça a domingo, das 9h às 17h.

*Todas as fotos foram feitas com minha câmera compacta (Sony Cyber Shot W530)*

Amantikir Garden – Campos do Jordão – SP
(O dia em que eu não subi a) Pedra do Baú – São Bento do Sapucaí – SP
Dica de App: Photoshop Express

RotaRoots: 5 personagens que eu gostaria de ser.

Faz algum tempo que eu entrei para o Rotaroots, um grupo de blogueiros que querem resgatar a essência dos blogs como diários virtuais (para entrar é só se inscrever aqui).

Esse post é o tema do Meme de Abril e eu adorei a ideia, não poderia deixar de fazer. Então vamos à minha lista!

5º Lugar: Sheldon Cooper (The Big Bang Theory – série de TV)

Ele pode ser cheio de esquisitices e extremamente chato, mas é impossível não amá-lo. Além do mais, o cara é um gênio!!! Quem é que não adoraria saber tudo sobre exatas, humanas, biológicas e assuntos gerais? Mesmo que para isso significasse perder toda e qualquer habilidade social e ter alguns probleminhas de personalidade. Bom, eu gostaria! (hahahaha)
4º Lugar: Blossom (Blossom – série de TV)
Claro que toda garota que tem a minha idade sonhou ser a Blossom um dia. Pra quem não é dessa época, Blossom era o equivalente de hoje da Selena Gomes naquela série de feiticeiros da Disney (mas a Blossom não era bruxa… não achei outra comparação hauahauh). Ela era descolada, tinha uma família esquisita, uma amiga super legal e um monte chapéus. Claro que eu queria ser ela na época!!!
3º Lugar: Hans Hubermann (A Menina que Roubava Livros – livro e filme)
Desde a minha primeira leitura de A Menina que Roubava Livros, há uns 5 anos, o meu personagem preferido é o Hans (e olha que tem muito personagem fofo nesse livro!). Ele é sensível, doce, amável, um pai exemplar, um homem honesto e íntegro… A lista de qualidades desse senhor é interminável. Claro que eu gostaria de ser alguém como ele.
2º Lugar: Kate Austen (LOST – série de TV)
Quem assistiu Lost já sabe que essa mulher é guerreira! É bem verdade que não é a pessoa mais bondosa e e mais cheia de virtudes do mundo, mas ela sabe o que quer (tudo bem que ela passou a série inteira dividida entre o Jack e o Sawyer, ninguém é perfeito, né?) e vai atrás pra conseguir. Sem frescura, dura na queda e cheia de atitude; é assim que eu tento levar a vida e por isso eu queria ser a Kate!
1º Lugar: Daenerys Targaryen (As Crônicas de Gelo e Fogo – série de livros – e Game of Thrones – série de TV)
"Nascida na Tormenta, a Não Queimada, Mãe de Dragões, Rainha de Mereen, Rainha dos Ândalos e dos Primeiros Homens, Senhora dos Sete Reinos, Khaleesi dos Dothraki, Mhysa, a Primeira de Seu Nome" e ainda por cima linda, loira e poderosa! Quer mais do que isso? Pra mim já é suficiente. A Khaleesi é quem eu quero ser quando crescer!!!
Gostaram da minha lista? E vocês, quais são os 5 personagens que vocês gostariam de ser?
#beda – Blog Every Day in August
Piscina + sol + céu azul = Férias de Verão!
E se eu fosse uma celebridade?

Desafio: 30 dias, 30 contos (Parte 1)

Lembram do desafio de ler 30 contos em 30 dias (esse aqui) que lancei aqui no blog? Então, hoje vim falar sobre os primeiros 7 contos que li, dentro do desafio.
Pra começar, esse post está atrasado. Comecei na segunda-feira, dia 07 de Abril, e era pra ter falado sobre ele ontem, já que decidi falar de semana em semana. Mas eu não consegui escrever o post e acabou saindo atrasado. Enfim, sem mais enrolações, vou direto aos contros. Vou falar um pouquinho sobre cada um deles, assim dá pra ver se é ou não interessante para o estilo literário de cada um.
1º Dia (7 de Abril): Dormindo com o Espírito – Laurie Faria Stolarz (Livro Amores Infernais)

Esse conto é sobre uma adolescente, que se mudou para uma casa onde um garoto foi assassinado. Ela começa a sonhar com o espírito, que está tentando fazer contato para que ela possa ajudá-lo.

De verdade, esse conto foi um fiasco. É clichê e quanto a isso não tem nem como discutir. Mas claro que não é isso o que fez dele ruim. Ele é mal escrito, a autora viajou em algumas explicações que ficaram idiotas, o final é previsível… Enfim, eu não gostei. Tanto é que até mudei de livro pra continuar com o desafio. Deixei esse pro final.
2º Dia (8 de Abril): Mamãe Sabugueiro – Hans Christian Andersen (Livro Mamãe Sabugueiro e outras histórias bonitas)
É um conto infantil, de um livro que tenho desde que eu nem sabia ler e minha mãe que o lia pra mim. É sobre um contador de histórias e a lenda da Mamãe Sabugueiro. Realmente não consigo falar mais nada sobre ele sem falar o conto todo e a moral da história (rs). É uma historinha leve, cheia de alegorias e mensagens, como todo bom conto de fadas. Sou suspeita pra falar se é bom ou não, pois adoro o Andersen…
3º Dia (9 de Abril): Rita Hayworth e a Redenção de  Shawshank (Primavera Eterna)- Stephen King (Livro Quatro Estações)
Eu achei que já tinha lido esse livro, mas me enganei. Eu li apenas o 2º conto dele (Aluno Inteligente) há vários anos. Esse conto nos apresenta a história de Andy Dufresne, um homem inocente, acusado do assassinato de sua esposa e do amante dela, condenado à prisão perpétua.
Não tem nada sobrenatural no livro, é apenas uma história sobre a vida na prisão. Não consigo nem expressar o que sinti a respeito desse conto. Com tão pouco o Stephen King fez tanta coisa! O conto é incrivelmente bom. Me peguei ao longo de toda a leitura sofrendo junto com o Andy e torcendo por ele. O final é ótimo e como todo bom conto nos deixa com a cabeça cheia, imaginando tudo o que pode ter acontecido. Foi o melhor conto que li nessa primeira semana.

4º Dia (10 de Abril): Pequeno PaísNick Hornby (Livro Foras da Lei Barulhentos…)

A história de como Stefan, um garoto que mora em Champina – o menor país do mundo – teve que entrar para a seleção de futebol de seu país e o quanto isso o desagrada.
Não sei que tipo de público poderia gostar desse conto. Fui enganada na introdução do livro, sendo informada de que não haveriam contos chatos (juro, até agora o melhor do livro foi a introdução – e a capa que é LINDA) e o primeiro conto já quebra a promessa. Não acontece nada, além de um jogo de futebol bem do desinteressante…
5º Dia (11 de Abril): Lars Farf, pai e marido excessivamente temerosoGeorge Saunders (Livro Foras da Lei Barulhentos…)
Lars Farf é um homem comum, com uma vida comum, que um dia volta para casa e a encontra reduzida a cinzas depois de um incêndio. Sua esposa e seus filhos não estavam em casa e estão a salvo, mas a expectativa do que poderia ter acontecido muda a vida de todos, pois Lars torna-se excessivamente temeroso e está sempre com uma nova ideia para prevenção de qualquer coisa que possa colocar em risco a vida de seus familiares.
São muitas situações absurdas, mas gostei da mensagem que o conto passou. Conheço vários "Lars Farfs" da vida, que deixam e viver por medo de morrer…
6º Dia (12 de Abril): MonstroKelly Link (Livro Foras da Lei Barulhentos…)
Um grupo de crianças em um acampamento de verão e o monstro que aterroriza a todos.
Sério mesmo, o conto é sem pé nem cabeça. Mas o problema mesmo é ele ser tão confuso. Não entendi direito como as coisas aconteceram e muito menos entendi o final – EU NÃO ENTENDI ABSOLUTAMENTE NADA do final, não sei como acabou.
7º Dia (13 de Abril): Aluno Inteligente (Verão da Corrupção)Stephen King (Livro Quatro Estações)
Um adolescente um tanto quanto problemático descobre que seu vizinho foi um nazista. Ele quer saber detalhes sobre o que acontecia aos judeus nas sessões de tortura.
Foi esse o conto que li há vários anos; peguei na biblioteca da cidade na época e era um único livro (Verão da Corrupção). Quando li, já havia achado extremamente forte e agora só reforcei essa impressão. É sobre o Holocausto e a narrativa é de Stephen King, isto é, sem meias palavras. Leia por sua conta e risco. Não tem como falar que gostei, pois o assunto é de dar náuseas, mas a forma de contar é a de King: inebriante.
Então esses foram os 7 contos que li na primeira semana. Um ótimo, alguns bons, outros nem tanto. Sigo no desafio, no dia 21 faço outro post com os outros 7 contos dessa semana 🙂

Um beijo!!!

Minhas últimas leituras – 6 livros para ler nas férias
Troquei meus livros por um Kindle
5 livros de Terror para ler em Outubro (Mês do Horror)
Página 28 de 31
«1 ...2425262728293031››