Subexplicado

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Feliz Aniversário, Melman!!!

Dois anos pode ser muito ou pouco tempo. Tudo depende, é relativo.
"São só dois anos, passa voando!" ou "Mas só daqui dois anos? Não posso esperar.". É difícil mensurar a importância do tempo. Dois anos pra quê?
Pra mudar de vida? Ou apenas mais um passo na rotina de sempre?
Variavelmente, a resposta muda de acordo com o propósito da espera.
Há dois anos eu não podia imaginar que a estrelinha mais brilhante do mundo viveria junto comigo, alegrando os meus melhores dias e fazendo os piores não serem tão ruins assim. Em dois anos tudo mudou, quando ele chegou e trouxe mais sorrisos para nossas vidas. Faz dois anos, mas parece que faz parte da vida inteira.
Obrigada por existir, Melman! Obrigada por fazer parte da nossa família!
Feliz Aniversário, te amamos muito!!!
Melman (e Kiv) estrelando: O Dia do Cachorro
Passeio em Campos do Jordão
5 manias do Melman

O que todo mundo ama e eu odeio.

Olá, gente!!!
Estou sumida, tenho que fazer os dois últimos posts do Desafio 30 contos em 30 dias (que já terminei mas ainda não tive coragem de escrever). Estou SUPER cheia de coisas nesse fim de semestre e todo o meu tempo live estava sendo gasto com a conclusão da leitura do livro O Festim dos Corvos, que estava PEGANDO FOGO! hauahauah
Tenho uma prova super tensa e preciso estudar, e como o Arthur (meu marido lindo) está viajando a trabalho a mais de 15 dias e volta amanhã, não vou conseguir fazer no fim de semana, só matar a saudade (rss).

Enfim, vim fazer a blogagem coletiva do Rotaroots de maio. Adorei o tema  "O que todo mundo ama e eu odeio" e consegui definir bem rápido 4 coisas que todo mundo sempre me olha torto quando falo que não gosto, podem me olhar torto também, estou acostumada! hauahuauah

 

 Estrogonofe
Com toda a certeza do mundo, essa é a coisa com a qual as pessoas mais se espantam por eu não gostar. Sempre rola aquele bulling do tipo: "nossa, que fresca, não come nem estrogonofe???" e todo mundo se incomoda por eu não comer, simplesmente porque adoram eu não tenho o direto de passar mal até com o cheiro.
Por que eu não gosto? Detesto catchup, odeio creme de leite em comida salgada e não como champignon de jeito nenhum! Se eu for na sua casa e você fizer esse prato, não tem importância, eu adoro arroz com batata palha!
Bater perna no SHOPPING
Me odeiem, mas pra mim shopping não é lugar de passear. Quer comer algo? A praça de alimentação é ótima pra isso. Precisa comprar algo? O.K. o shopping tem todo tipo de loja. Quer ir ao cinema? Quase todo shopping tem cinema, bora!
Mas, por favor, não me chame pra ir dar uma volta no shopping. Não existe porquê nem pra quê! Tem um milhão de lugares muito mais adequados para isso, com natureza, ou exposições de arte, ou qualquer outro tipo de atração.
Inclusive, em vésperas de datas comerciais, não me chame pra ir ao shopping nem pra uma dessas coisas específicas, eu fujo!
Catchup, Mostarda e Maionese
Não consigo nem sentir o cheiro. Não como, de jeito nenhum! Nem por dinheiro. Várias vezes já comprei lanches para viagem e vieram com um dos três ou até os três juntos, não comi. Hoje já aprendi a lição, sempre inspeciono o lanche quando me entregam. Já escapei várias vezes de ficar sem comida rss…
TV aberta
Não é frescura, são princípios. Não adianta me falar que só assiste TV aberta porque não pode pagar assinatura de TV a cabo, é mentira! Conheço N pessoas que tem TV a cabo e assiste muito mais a aberta (meus pais, meu sogro, vários amigos), assim como conheço pessoas que não assistem nada – quando eu morava sozinha e não podia pagar, a TV simplesmente ficava desligada. O meu problema com as emissoras abertas é o sensacionalismo (lógico que também existe em canais fechados, mas não são em todos os programas, tem mais opções pra selecionar). Algum tempo atrás eu gostava de ver o Vai das Namoro, no programa do Rodrigo Faro, quando passava antes do programa do Marcos Mion – que eu também assistia. Acabei parando de assistir pois os dois programas foram se tornando mais apelativos a cada sábado até que não dava mais pra ver. O mesmo aconteceu com CQC, um programa que eu adorava e perdeu toda a graça depois que começaram a querer chamar muita atenção. Gosto muito do Danilo Gentili e ainda não vi o programa dele (passa tarde demais e estudo de manhã), talvez seja bom, não sei. Não quero generalizar, mas sempre que tento ver TV aberta fico com raiva.
Essas são as coisas que eu odeio e todo mundo ama. Espero que entendam meu ponto de vista e não me achem fresca (hauahuaha).
E você? Quais são as coisas que todo mundo ama e você odeia?
Beijoo!!!
#beda – Blog Every Day in August
Piscina + sol + céu azul = Férias de Verão!
E se eu fosse uma celebridade?

Resenha: Eu Sou o Mensageiro

Eu Sou o Mensageiro é o terceiro livro publicado de Makus Zusak, autor de A menina que Roubava Livros.

O que diz a sinopse:

Venha conhecer Ed Kennedy. Dezenove anos. Um perdedor.

Seu emprego: taxista. Sua filiação: um pai morto pela birita e uma mãe amarga, ranzinza. Sua companhia constante: um cachorro fedorento e um punhado de amigos fracassados.

Sua missão: algo de muito importante, com o potencial de mudar algumas vidas. Por quê? Determinado por quem? Isso nem ele sabe.

Markus Zusak, autor do best-seller A Menina que Roubava Livros, nos fornece essas respostas bem aos poucos neste incomum romance de suspense, escrito antes do seu maior sucesso. O que se sabe é que Ed, um dia, teve a coragem de impedir um assalto a banco. E que, um pouco depois disso, começou a receber cartas anônimas. O conteúdo: invariavelmente, uma carta de baralho, um ou mais endereços e… só. Fazer o que nesses lugares? Procurar quem? Isso ele só saberá se for. Se tentar descobrir. E, com o misto de destemor e resignação dos mais clássicos anti-heróis, daqueles que sabem não ter mesmo nada a perder nesse mundo, é o que ele faz.

Ed conhecerá novas pessoas nessa jornada. Conhecerá melhor algumas pessoas nem tão novas assim. Mas, acima de tudo, a sua missão é de autoconhecimento. Ao final dela, ele entenderá melhor seu potencial no mundo e em que consiste ser um mensageiro.

Título: Eu Sou o Mensageiro (The Messenger – no original)
Autor: Markus Zusak
Editora: Intrínseca
Edição: 1ª
Ano: 2007
Especificações: Brochura | 318 páginas

Ed é um cara fracassado, desinteressante e sem perspectivas atraentes de vida. Mas ele não se importa. Segue sua vidinha bem mais ou menos, reclamando apenas até onde se sente no direito e sem fazer nada de bom para os outros ou para si mesmo.

As coisas mudam quando ele acaba evitando um assalto a um banco, em um dia qualquer. No momento em que ele se interpõe no destino do assaltante, ele está mudando também o seu destino, assim como o de várias pessoas a quem ele deverá entregar mensagens.
Existiu apenas um motivo para eu querer muito ler esse livro: Markus Zusak.
Adoro A Menina que Roubava Livros, já fiz releitura dele umas 10 vezes (no mínimo) e é um dos meus livros favoritos, senão O favorito dentre todos os outros…
E da mesma forma que O Mensageiro chegou à mim pelo motivo "autor", foi esse o motivo que me levou a ficar insatisfeita com tudo.
Eu não sei o que estava esperando, mas estava esperando muito. Claro que eu sabia que seria algo diferente, mas não sei até que ponto eu "relevaria" tanta diferença assim.
Em Eu Sou o Mensageiro, tudo gira em torno de um cara abaixo do medíocre, com amigos ainda mais patifes do que ele, histórias de vida insossas e pessoas desinteressantes.
Pra ser muito sincera, o personagem mais cativante e completo de todo o livro é o Porteiro, o coitadinho do cachorro fedido do Ed – inclusive eu achei tão desnecessário deixar o bicho como o desagradável, fedorento e mal quisto. Pra quê????
A história aborda a necessidade da ajuda ao próximo e autoconhecimento para ajudar a si próprio. Não consigo imaginar outro gênero para abordar esse tipo de tema que não seja auto ajuda. Para mim o livro se tratou disso o tempo todo: auto ajuda mascarada em uma história água com açúcar; tal como O Monge e o Executivo, por exemplo.
Apesar de tudo, tem um pouco de mistério; mas é o tipo de questionamento: Por que isso está acontecendo? Qual a finalidade? Qual a utilidade? Onde se quer chegar?

Os métodos utilizados em alguns momentos são tão geniais quanto pensar em retirar a casca de uma banana antes de comê-la.
Alguns diálogos são totalmente entediantes e a quantidade de gírias em desuso é irritante (o livro foi publicado em 2007, mas não sei o que acontece com o tradutor, ele só faltou usar "supimpa", "transado" ou "xuxu beleza", de resto, todas as gírias que seus avós usaram ao longo da juventude estão no livro!

Todos os personagens me irritaram, com exceção do Porteiro. Que bom que ele não tinha diálogos, pra não ser estragado.
A diagramação ficou bem legal. Ponto pra Intrínseca! Não sei como está essa versão com a capa de caixa postal (que não gostei), mas essa edição com o Joker está "transada" (hahahah), os capítulos tem desenhos de cartas de baralho (que tem tudo a ver com a história). Gostei muito. Só não gostei da tradução, como já disse….
A verdade é que eu tinha dado duas estrelas no Skoob, depois mudei pra três. No fundo até foi divertido ficar criando teorias pra um monte de coisas sem sentido estar acontecendo e no final ser tão algo óbvio e idiota; mas ao fazer a resenha percebi que eu não gostei mesmo do livro. Me decepcionei 🙁
Expectativas altas sempre interferem nas experiências. A melhor coisa é mantê-las neutras… Aquela história: crie carunchos, mas não crie expectativas. 😛
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Melman e o Outono

Hoje eu só vou postar umas fotos que tirei no fim de semana. 
Estou atolada de coisas pra estudar e não tive tempo de escrever o post que queria. Quem sabe eu consiga me organizar e usar o próximo feriado para criar conteúdo e deixar guardado para esse tipo de situação – parece promessa de fim de ano, sempre quero fazer isso mas nunca dá certo.
Ontem eu fui passear com o Melman e levei a câmera pra tirar fotos dele, mas ele não colaborou e o que eu consegui foi fotografar flores (rss)… Na verdade ele ficou bem comportado no sábado e consegui fazer algumas fotos, eu é que estava querendo demais, achando que ele já tinha virado modelo… As fotos de sábado não ficaram com a iluminação boa, eu estava fotografando sem o flash, no comecinho do crepúsculo, embaixo de uma iluminação amarela. No visor da câmera estavam maravilhosas, mas a realidade foi um fracasso. As fotos ficaram escuras e sem foco…. A única que realmente saiu boa foi essa que tirei com flash. Já as de ontem teriam ficado lindas, se ele não tivesse pulando igual uma pulga :P. O dia estava ensolarado e friozinho, como eu amo!
Não é a coisinha mais linda do mundo??? *-*
Essa foi a minha preferida… Adorei as cores.
Nessa eu quase consegui um efeito bokeh com a luz do sol ao fundo 😛
Enfim, eu nem ia colocar essas fotos aqui, já tinha colocado-as no meu flickr, mas achei melhor do que post nenhum, né?

Um beijo!!!

*As fotos foram feitas com minha câmera compacta (Sony Cyber Shot W530)*
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Desafio: 30 dias, 30 contos (Parte 2)

Hoje é dia de falar sobre o desafio de 30 contos em 30 dias (pra quem ainda não viu eu o lancei aqui e falei sobre a primeira parte aqui). Vou falar sobre 8 contos que li, desde o dia 14 até ontem; dessa forma eu cheguei à metade do projeto.
Vamos aos contos?

8º Dia (14 de Abril): As Competições de Cowlick – Richard Kennedy (Livro Foras da Lei Barulhentos…)
Um grupo de forasteiros invadem uma cidade para saqueá-la e um menino tenta despistá-los enquanto o xerife e os outros policiais voltam da pescaria.
Não sei o que falar desse conto. Esse livro é de contos infanto-juvenis. Não me lembro direito mas acho que nem quando eu tinha uns 9 anos eu gostaria de um conto como esse… Tão zzzzz…. =/
 
9º Dia (15 de Abril): Vendidos Separadamente – Jon Scieszka (Livro Foras da Lei Barulhentos…)
Conto escrito a partir de propagandas norte-americanas (que quando possível foram adaptadas às brasileiras) e bordões da história dos Estados Unidos.
Eu imagino e espero que os americanos tenham entendido o que se passa, visualizando as cenas das propagandas e bordões e haja algum motivo para isso ter sido publicado. Para mim não passou de um amontoado de palavras jogadas, sem sentido algum. Sério mesmo, se puder ler, para entender o que estou dizendo… NÃO FAZ SENTIDO!
10º Dia (16 de Abril): O Terceiro Desejo de Seymour – Sam Swope (Livro Foras da Lei Barulhentos…)
Seymour é filho de uma ogra que odeia crianças – inclusive o próprio filho – mas ama gatos. Certo dia ele captura um duende que deve conceder-lhe 3 desejos. Não é difícil imaginar qual será esse terceiro desejo de Seymour, mas mesmo assim o conto é legalzinho, principalmente se comparado aos 2 anteriores… Nada demais, nada de profundo, nada de nada. Apenas uma historinha pra passar o tempo…

11º Dia (17 de Abril): Grimble – Clement Freud (Livro Foras da Lei Barulhentos…)
Grimble é um menino de aproximadamente 10 anos que vive sua rotina normalmente, até o dia em que seus pais viajam para o Peru, deixando apenas bilhetes para ele conseguir se virar até que voltem.
Achei o conto bem gostoso de ler, é o mais longo do livro todo (39 páginas). Fiquei o tempo todo curiosa querendo saber o que os pais dele estavam fazendo no Peru e o propósito de tudo. Achei o final confuso, não consegui entender (hauahuah) e nem sei se tem algo a ser entendido… mesmo assim gostei 🙂
12º Dia (18 de Abril): Spoony-e & Spandy-3 contra as hordas roxas – James Kochalka (Livro Foras da Lei Barulhentos…)
É um quadrinho, sobre algo parecido com uma dupla – um bebê e um gato – de astronautas, em algum lugar do universo, lutando contra umas gosmas roxas. Entendeu? Nem eu.
13º Dia (19 de Abril): Pássaro-do-sol – Neil Gaiman (Livro Foras da Lei Barulhentos…)
Um grupo de excêntricos epicuristas (se você, assim como eu, não sabe o que é epicurismo, eis a explicação) com hábitos alimentares peculiares faz uma expedição ao Cairo para encontrar um prato que nunca apreciaram: o Pássaro do Sol.
Tive altos e baixos com esse conto. Primeiro, minha expectativa estava alta, afinal estamos falando de um dos autores mais comentados dos últimos tempos. Quando comecei a leitura, e até a metade pro final, estava super entediada, achando sem pé nem cabeça (nunca li realismo fantástico, mas acho que esse conto se trata do gênero, por favor me corrijam se eu estiver errada) mas aí o negócio vai engrenando e o final é muito bom! Eu amei do final, achei totalmente inesperado e fascinante.
14º Dia (20 de Abril): O Telefone da ACSE – Jeanne DuPrau (Livro Foras da Lei Barulhentos…)
Um garoto simples que adora andar em seus patins e não gosta de voltar para casa depois da escola encontra um celular em um parque. Ao tentar achar o dono, ele acaba fazendo uma ligação para um lugar estranho em uma frequência mais estranha ainda.
Tudo muda em sua vida quando ele encontra o responsável pelo telefone, que explica pra ele para que o celular serve e como deve ser usado.
Eu gostei. Achei diferente, criativo e a mensagem que passa é muito bonita e de utilidade pública.
15º Dia (21 de Abril): O Sexto Distrito – Jonathan SafranFoer (Livro Foras da Lei Barulhentos…)
Fala sobre a existência, no passado, de um sexto distrito na Cidade de Nova York e de como ele deixou de existir.
É um conto bonitinho, principalmente pra ser contado às crianças de Nova York,que poderão imaginar o que está sendo descrito com muito mais facilidade do que as que nunca viram NY ou o Central Park na vida – like me.
E essa foi a minha segunda e última semana de desafio. Isso mesmo, infelizmente eu não vou concluí-lo. Fica para outra oportunidade 🙂
Pra quem se interessou pelos contos, o livro é uma edição muito bonita da CosacNaify, que inclusive comprei pela capa – me apaixonei, ele tem uma jacket linda de morrer, mesmo não sendo capa dura; só não gostei muito da diagramação, mas não é nada para morrer de ódio…
Minhas últimas leituras – 6 livros para ler nas férias
Troquei meus livros por um Kindle
5 livros de Terror para ler em Outubro (Mês do Horror)

Jardim Botânico Irmãos Villas Boas (Sorocaba-SP)

Nesse feriado de páscoa fomos para a casa da minha mãe, que se mudou recentemente para Sorocaba (interior do Estado de São Paulo). Aproveitamos pra conhecer o Jardim Botânico, recém inaugurado, que eu estava louca pra ver.
Fomos e tirei algumas fotos. Gostei muito de lá. Como é novo – foi inaugurado em 15 de Março – algumas coisas ainda estão se estabelecendo, como o roseiral que tem na frente e estava bem seco… Imagino ele daqui alguns anos, com as árvores maiores, as roseiras fortes… Mas já está bonito e o perfume que as rosas exalam é maravilhoso!

No roseiral tem 27 espécies de rosas. Como já disse, estavam fracas e ressecadas – ainda estão se adaptando. Elas estão dispostas no formato de um sol com 12 raios. 



Dentro do Palacete de Cristal estão expostas várias espécies de plantas nativas, dispostas de forma harmônica e ornamental.


Arthur, meu modelo preferido posando para minhas experiências fotográficas… Isso sim é marido! 😛
Ele também é meu fotógrafo e está melhorando muito! Antes sempre cortava os meus pés e deixava uns 5 quilômetros de foto pra cima (hauahua).
Pra quem mora perto ou vai passar por Sorocaba, a visita é indispensável. Lá também tem um orquidário, uma biblioteca de plantas secas, um centro de pesquisas de plantas nativas ameaçadas e aulas de educação ambiental.  Está localizado na rua Miguel Montoro Lozano, 340, no Jardim Dois Corações, próximo ao Parque das Águas. A entrada é gratuita e ele funciona de terça a domingo, das 9h às 17h.

*Todas as fotos foram feitas com minha câmera compacta (Sony Cyber Shot W530)*

Amantikir Garden – Campos do Jordão – SP
(O dia em que eu não subi a) Pedra do Baú – São Bento do Sapucaí – SP
Dica de App: Photoshop Express
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