Subexplicado

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Filme: Santuário

Como hoje é sexta-feira (quase sábado, já!!!), nada melhor do que uma dica de filme pra animar o fim de semana! Santuário é um filme de ação, aventura e drama, de tirar o fôlego (quase literalmente) que não dá pra deixar de ver.

O que diz a sinopse:

O experiente mergulhador Frank McGuire (Richard Roxburgh) já tinha explorado as cavernas do South Pacific Esa anteriormente, mas uma tempestade tropical forçou que ele e sua equipe, que inclui seu filho Josh (Rhys Wakefield) e o economista Carl (Ioan Gruffudd), alterasse a rota de saída em direção ao mar, fazendo com que eles fossem mais fundo por dentro de um labirinto de cavernas subaquáticas para sobreviver. Mas eles não têm muito tempo e a dúvida é saber se conseguirão sobreviver para contar esta história.


Titulo Original: Sanctum

Gênero: Aventura, Drama, Ação
Duração: 1h19min
Diretor: Alister Grierson
Ano de Lançamento: 2011

Josh acompanha seu pai, Frank McGuire, que lidera uma excursão de mergulho em uma caverna na Nova Guiné considerada "o último território inexplorado do planeta". O objetivo do grupo é mapear a caverna e encontrar a rota que a liga ao mar. 
O único problema do grupo é tempo. Uma tempestade se aproxima e eles precisam voltar à saída da caverna (no topo de uma montanha)
A situação se agrava quando a tempestade se adianta, deixando-os presos e os obrigando a encontrar de qualquer forma a rota que liga a caverna ao oceano, para que possam sobreviver.
A tensão toma conta do grupo. Cada um dos sobreviventes precisa dar o máximo de si e depositar toda a confiança em Frank, já que ele é o líder e membro mais experiente dentre todos os outros.
Todos estão obstinados a sobreviver, mas nem todos tem a disciplina necessária para isso. O desafio é real e o desespero ainda mais.
Pra quem gosta de aventuras radicais, o filme está cheio. As cenas de mergulho (80% do filme) estão lindas e realistas. Me senti mergulhando junto com os personagens.
O desespero e medo também se fazem presentes todo o tempo. É um filme pra deixar os nervos à flor da pele!
Quando assisti, vi que era baseado em uma história real e achei que tudo tivesse acontecido exatamente como no filme (sim, sou dessas que acredita em tudo o que falam haha), mas depois li que foi baseado em uma experiência vivenciada pelo roteirista Andrew Wight, que ficou preso junto com outras 14 pessoas durante um mergulho em cavernas. Eles ficaram presos por dois dias até conseguir encontrar uma saída.
 
Infelizmente, não achei o trailer em HD
Não é nenhuma obra de arte dos cinemas, mas o filme realmente me conquistou. Lógico que tem cenas que exageram um pouco, mas é um filme sobre sobrevivência em circunstancias extremas, então nenhuma novidade. Pra quem gosta de fortes emoções, é um prato cheio!
Pra quem tem Netflix, está disponível por lá! 🙂

 

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Meu sonho de consumo: uma câmera DSLR

Sempre fui apaixonada por fotografia. Quando era criança, quando podia usar uma das poses do filme fotográfico, era o melhor dia do ano, para mim.
Hoje, já adulta, tenho a minha própria câmera. Mas ela não é exatamente a câmera dos meus sonhos (rss). É uma Sony Cyber-shot compacta, com funções bem limitadas… Como amo fotografia não consigo fazer um décimo do que gostaria com ela. Até pouco tempo atrás, se tivesse dinheiro teria trocado-a por uma dessas câmeras semi-profissionais. Hoje fico feliz por não ter trocado.
Lendo a respeito, olhando blogs de fotografia e tudo mais, percebi que o que eu sempre quis foi uma câmera DSLR.
Basicamente consiste em câmeras semiprofissionais, onde há a possibilidade de troca e ajuste de lentes, para obter diferentes efeitos fotográficos como por exemplo fundo desfocado e bokeh (aquele efeito que parecem luzinhas ao fundo). Esses efeitos (e tantos outros mais) são muito melhor aproveitados em câmeras DSLR. É claro que esse é o meu sonho de consumo; não há nada de errado em ter e estar satisfeito com uma câmera simples que atenda suas necessidades.
Nikon DSLR D3100 – Lente Nikkor 18-55mm
Os preços dessas câmeras são extremamente variáveis. Vi na internet a partir de R$ 1.300,00. O Preço máximo que vi (e acredito que ainda hajam outras mais caras) foi de R$ 20.000,00, claro que essa última é uma câmera pra quem se dedica totalmente à fotografia.
A mais barata delas pra mim já é ideal. A lente que a acompanha geralmente é a de 18-55 mm. Existem vários tipos de lentes e o meu grau de entendimento sobre elas é bem limitado, então nem vou tentar explicar. Mas se você se interessou pelo assunto, tem esse post sobre lentes no Blog Lomogracinha que me ajudou muito a entender e montar minha lista de desejos de lentes, pra quando tiver a câmera (rs).
Enfim, tudo isso é pra falar pra vocês sobre o meu projeto para conseguir essa tão magnífica câmera… 😛
Eu não posso comprá-la no momento. Não tenho como fazer um investimento que é alto, se for pesar o fato de que não é uma necessidade. Por isso, eu montei um cofrinho.

É essa caixinha que está na foto, lá em cima. Eu ia comprar um cofrinho de verdade, mas na loja, ao vê-os todos com preços de R$ 40,00 até infinito (haha) eu fiquei mão de vaca e pensei que é difícil começar a gastar para então poder economizar :P.

O que pretendo é encher pelo menos umas 3 ou 4 caixinhas como essa até o fim do ano. Nelas vou colocar moedas e notas. As moedas serão apenas de R$ 1,00 e R$ 0,50, senão fica parecendo que tem muito quando na verdade não tem nada. Pretendo arrecadar um terço do valor da câmera nesse tempo (R$400,00). Abaixo fiz uma lista de algumas coisas que pretendo cortar, para usar o dinheiro delas:

– Produtos de Papelaria:  eu sou viciada e tenho tanta coisa que nem uso aqui em casa!
– Livros: não todos, mas esses que compro só porque estão em promoção.
– Doces e salgadinhos na rua: esses além do dinheiro gasto ainda prejudicam meu projeto de vida saudável.
– Maquiagens e cosméticos: esses também não são todos, mas os que já tenho vários iguais e compro só por compulsão.
Em fevereiro eu anotei todos os meus gastos. Quando acabou o mês e fui ver no que tinha usado o dinheiro, esses itens acima somaram  mais de R$120,00 – nessa conta não estou somando o que gastei com livros!!!
Isso significa que se eu economizar metade disso, já conseguirei superar minha meta de economia para comprar a câmera no fim do ano!
Eu fiz esse post para compartilhar um pouco das minhas ambições com vocês e principalmente mostrar que quando queremos algo é totalmente possível conseguirmos. Basta analisar o que precisamos cortar e se esse corte é possível e então prever quanto tempo você precisará cortar isso para conseguir o dinheiro que precisa pra realizar seu sonho. Isso vale para qualquer coisa! Seja uma câmera, um celular novo, um notebook, uma viagem, um carro.

E você, qual é o seu atual sonho de consumo???

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A Guerra dos Tronos (As Crônicas de Gelo e Fogo – Livro 1)

A Guerra dos Tronos é o primeiro volume da série As Crônicas de Gelo e Fogo (foram lançados 5 volumes e a previsão é de que a série tenha 7 livros no total).

 O que diz a sinopse:
Em uma terra onde o verão pode durar décadas e o inverno toda uma vida, os problemas estão apenas começando. O frio está de volta e, nas florestas ao norte de Winterfell, forças sobrenaturais se espalham por trás da Muralha que protege a região. No centro do conflito estão os Stark do reino de Winterfell, uma família tão áspera quanto as terras que lhe pertencem. Dos lugares onde o frio é brutal, até os distantes reinos de plenitude e sol, George R. R. Martin narra uma história de lordes e damas, soldados e mercenários, assassinos e bastardos, que se juntam em um tempo de presságios malignos. Entre disputas por reinos, tragédias e traições, vitória e terror, o destino dos Stark, seus aliados e seus inimigos é incerto. Mas cada um está se esforçando para ganhar este conflito mortal: a guerra dos tronos. 
Título: A Guerra dos Tronos (A Game of Thrones – no original)
Autor: George R. R. Martins
Editora: Leya
Edição: 1ª Edição (10 reimpressão)
Ano: 2010
Especificações: Brochura | 591 páginas
A morte de Jon Arryn, o conselheiro do Rei, leva Robert Baratheon, Rei de Westeros, até Winterfell. Robert vai em busca de seu melhor amigo Ned Stark – Lorde de Winterfell e protetor do Norte – para nomeá-lo o novo Mão do Rei e levá-lo consigo para a sede do reino em Porto Real, para que lá possa dedicar sua vida para aconselhar Robert em seu reinado.
O que a princípio poderia parecer apenas mais um fato na história de Westeros – apenas mais um nome nos densos livros a respeito de reis e suas cortes – se transforma em uma guerra. Enquanto criaturas temerosas – que não são vistas a mais de mil anos – surgem à norte de Winterfell e do outro lado do mundo, Daenerys Targaryen – uma herdeira do antigo rei – marcha de volta à Westeros pretendendo reaver seu trono, os 7 Reinos  governados pelo Rei Robert entram em guerra após a nomeação de Ned Stark como Mão do Rei.
Uma história de suseranos, vassalos, Lordes, donzelas, bastardos, cavaleiros e mercenários envolvidos em um jogo perigoso para definir quem será o vencedor na Guerra dos Tronos.
Comecei a ler os livros de As Crônicas de Gelo de Fogo, depois de ter conhecido a série de TV Game of Thrones (baseada nos livros). Antes disso, sempre via os livros à venda mas nunca me chamaram a atenção. O que posso dizer hoje sobre isso, é como eu me arrependo!!!
A Guerra dos Tronos é um livro denso, tenso! Mas é uma história fascinante. O mundo que Martin criou é novo e diferente de tudo. Viajamos para um lugar onde vivem dragões e criaturas sobrenaturais; porém, o verdadeiro perigo são as pessoas. A linha entre a vida e a morte é tênue, frágil. Para sobreviver, é preciso entrar no jogo e saber jogar.
Os personagens são ricamente construídos, bem desenvolvidos, extremamente complexos.
Não dá pra deixar de falar de Tyrion Lannister, um dos homens mais inteligente de Westeros, seu único erro foi ter nascido anão. É um dos melhores personagens, o que mais nos leva a refletir, o que nos ajuda a compreender, o dono das melhores citações do livro… Tyrion, o Duende, nos leva a amá-lo, odiar seus inimigos e algumas vezes até mesmo odiá-lo.
Arya, filha de Ned Stark, é uma guerreira. Impossível não torcer por ela o tempo todo, se comover com o quanto a decisão de seu pai, em ir para Porto Real servir ao rei, transformou tanto a sua vida. Na verdade, a aceitação de Ned em ocupar o cargo de Mão muda a vida de todo o reino e não apenas a de sua família. A sucessão de acontecimentos decorrentes dessa única escolha é de tirar o fôlego!!!
Figurando entre um dos melhores livros que já li e vencedor de a melhor série de livros, na minha humilde opinião, A Guerra dos Tronos é um dos livros que indico para quase todas as pessoas. Só não indico pra quem não gosta muito de ler, já que a leitura é extensa; o livro tem quase 600 páginas preenchidas com letras miúdas. Se você ainda não leu e nem assistiu, se tem o hábito da leitura, indico com convicção que comece pelos livros. Se já assistiu mas não leu, também recomendo, já que tem muitos detalhes, na leitura, que nos levam a entender muito melhor o que se passa na série.
**atualmente estou no final (últimas 50 páginas) do 3º livro da série (A Tormenta de Espadas)**
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Desafio: 30 dias, 30 contos.

Olá, pessoal!!! Tudo bem?

Hoje eu vi um vídeo da Tatiane Feltrin, sobre as leituras que ela iniciou o mês de abril (este), e a vi comentando sobre um projeto que ela está fazendo de um conto por dia. Pelo que entendi, ela fará a leitura de um conto por dia ao longo de todo ano (essa é minha dedução, pois ela não fala qual o período em que ela pretende fazer o projeto).

Achei a ideia o máximo e pensei em fazer, mas eu não tenho tantos contos assim pra ler… Aí estava já vendo um outro blog e vi um desafio chamado "30 dias, 30 batons" (aqui) e então pensei em fazer a mesma coisa com os benditos contos.

Então o resultado da junção dessas ideias foi 30 dias, 30 contos. Vou começar segunda-feira, pra ter uma preparação psicológica básica (haha).

Tenho apenas 4 livros de contos (que tristeza):

  • Amores Infernais (vários autores – 5 contos)
  • Formaturas Infernais (vários autores – 5 contos)
  • As Quatro Estações (Stephen King – 4 contos)  já li esses 4 contos, mas faz muito tempo e só lembro de 1 deles
  • Foras da Lei Barulhentos… (vários autores – 11 contos)  li os 3 primeiros contos no mês passado, mas vou ler novamente

Totalizando, em livros eu tenho 25 contos pra ler, mas tenho alguns outros no Kindle, por isso terei os 30 de que preciso.

Como começarei o desafio segunda, 7 de Abril, ele terminará dia 7 de Maio. Vou tentar fazer 1 post por semana falando sobre o andamento e se desandar por 1 dia, acaba do desafio, pq desafio é assim: à risca! (hauahauha).

Quem quiser me acompanhar, super aceito! =D

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A Invenção de Hugo Cabret (livro)

A Invenção de Hugo Cabret é um livro infanto-juvenil, que virou um filme (e ganhou 5 Oscars em 2012).

O que diz a sinopse:

Prepare-se para entrar em um mundo onde o mistério e o suspense ditam as regras. Hugo Cabret é um menino órfão que vive escondido na central de trem de Paris dos anos 1930. esgueirando-se por passagens secretas, Hugo cuida dos gigantescos relógios do lugar: escuta seus compassos, observa os enormes ponteiros e responsabiliza-se pelo funcionamento das máquinas. A sobrevivência de Hugo depende do anonimato: ele tenta se manter invisível porque guarda um incrível segredo, que é posto em risco quando o severo dono da loja de brinquedos da estação e sua afilhada cruzam o caminho do garoto. Um desenho enigmático, um caderno valioso, uma chave roubada e um homem mecânico estão no centro desta intrincada e imprevisível história, que, narrada por texto e imagens, mistura elementos dos quadrinhos e do cinema, oferecendo uma diferente e emocionante experiência de leitura. 

Título: A Invenção de Hugo Cabret (The Invention of Hugo Cabret – no original)
Autor: Brian Selznick
Editora: SM
Edição: 1ª
Ano: 2007

Especificações: Brochura | 534 páginas

Hugo é um menino de 12 anos, órfão, que vive sozinho na casa de máquinas de uma estação de trem em Paris, na década de 30.

Quando seu pai morreu ele foi viver com o tio Claude, que o tirou da escola e o deixou responsável pela manutenção dos relógios da Estação, enquanto passa seus dias se embebedando, até que um dia desaparece.

O maior medo de Hugo é ser levado para um orfanato, por isso, mesmo com o tio desaparecido ele continua consertando e dando corda nos relógios, para que o sumiço de Claude não seja notado e não mandem alguém para buscá-lo.
Com o tio desaparecido, Hugo tem que lutar por sua sobrevivência, já que mesmo pegando os contra-cheques do tio, ele não sabe como descontá-los, portanto fica sem dinheiro e tem que roubar para comer. Mas a sua vida gira mesmo em torno de um autômato, que o pai consertava na noite em que morreu. Desde a primeira vez que Hugo viu o objeto ficou fascinado e agora ele tem certeza que o pai deixou uma mensagem para ele através do automato, então vive em função de consertar o boneco de lata e desvendar o mistério que o cerca.
Na tentativa de consertar o autômato, sua vida se cruza com a de Georges Méliès e a de sua afilhada, Isabelle. George se mostra um senhor amargo, cheio de segredos. Enquanto Isabelle e Hugo acabam construindo uma bonita amizade.
O livro conta a história de Hugo de uma forma leve, apesar da temática pesada – um menino órfão, que vive com um tio bêbado (e desaparecido) que saiu da escola pra trabalhar e tem que roubar pra comer – é um livro infantil. A história é contada através de textos e MUITAS ilustrações belíssimas.
Apesar das 534 páginas, eu o li em um fim de tarde; há muito mais páginas ilustradas do que escritas.
É uma leitura fácil e emocionante. Dependendo do seu nível de emocionabilidade, talvez hajam algumas lágrimas, devido a situação do Hugo; mas isso se for um nível bem alto, já que, como disse antes, mesmo a situação difícil e triste do menino órfão é colocada de forma leve, por ser um livro mais infantil do que adulto – apesar de servir perfeitamente para o segundo público.
Apesar de ter gostado muito, não considero um livro incrível. O desenrolar da história acabou tomando um rumo muito mais superficial do que eu gostaria de admitir. A história de vida de Georges Méliès não me comoveu, principalmente comparada à do Hugo, então acabei me ressentindo do fato dele se lamuriar tanto por algo pequeno enquanto o Hugo não reclama da vida sofrida que leva. O autor realmente não me convenceu sobre essa parte do drama.
Recomendo o livro principalmente pra quem gosta de ilustrações a grafite, pois estão fantásticas. Para os cinéfilos também é um prato cheio, já que tem bastante coisa a respeito do início do Cinema, inclusive algumas fotografias de filmes antigos.
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Blackfish – Fúria Animal

BLACKFISH é um documentário que trata sobre a vida das baleias que fazem espetáculos em parques como o Sea World.
O que diz a sinopse:

Em 24 de fevereiro de 2010, a experiente treinadora Dawn Brancheau é atacada pela baleia orca com quem fazia um show no SeaWorld. O caso teve repercussão mundial e levantou questionamentos sobre as condições que os animais viviam em cativeiro e a segurança dos próprios treinadores ao dividirem a mesma piscina com eles durante os shows. O documentário investiga o histórico dos shows com baleias orca nos Estados Unidos, mostrando que acidentes deste tipo não são tão raros assim.

Titulo Original: Blackfish
Gênero: Documentário
Duração: 1h23min
Diretor: Gabriela Cowperthwaite
Ano de Lançamento: 2013 

Blackfish já começa tirando o folego: uma chamada policial, para a ocorrência de uma morte no Sea World. "Uma baleia comeu um dos adestradores".

A história se desenrola a partir desse ocorrido e em torno da vida da baleia Tilikum, um macho adulto, que pesa mais de 5 toneladas e é uma das baleias mais importantes do parque temático.
Logo que começou, fiquei em dúvida a respeito a forma como o assunto seria tratado, não sou do tipo que gosta de sensacionalismo e muito menos concordo com a exploração de animais.
Mas Blackfish é exatamente o meu tipo de documentário. Não dá pra falar que não é nada sensacionalista, pois um filme que trata sobre o assassinato de um adestrador por uma baleia, em um parque onde aparentemente tudo são flores e nuvens de algodão, já é sensacionalista por si só; entretanto, a forma como o assunto é colocado, o histórico de vida do Tilikum, as entrevistas com os ex-adestradores do parque e especialistas na área, te levam a refletir a respeito de quem é a verdadeira vítima da história.
É impossível ignorar o fato de que esses animais estão sob constante pressão, condições de vida e ambiente desfavoráveis e estresse absoluto, causado por N motivos, mas o mais gritante é o fato de estarem confinados a um espaço mínimo, quando deveriam viver na imensidão do oceano.
O documentário todo é revoltante. Mas com certeza a parte que mais me chocou e emocionou foi o depoimento de um mergulhador que trabalhou na captura dos filhotes de baleia, na década de 70. John Crowe conta detalhes dessa caçada que são de tirar o fôlego e nos deixam com vergonha de sermos humanos.
Como podemos chegar a graus tão elevados de crueldade apenas por dinheiro? Onde arranjamos ideias como essa, de tirar os animais de seu habitat natural para usá-los em espetáculos, privando-os de toda a sua vida?
É uma das pessoas que mais admirei ao longo de toda a história, pois é preciso muita coragem e arrependimento sincero para contar as coisas que fez e aceitou apenas pelo dinheiro e status que ganhou na época, em um documentário de alcance mundial.
Apesar de toda a tristeza e revolta a que nos leva, Blackfish é um documentário que não dá pra deixar de ver. Nos mostra o que está por trás de parques como o Sea World e que tudo é uma questão de quanto se está ganhando e que se tratando de muito dinheiro, não há limites para a crueldade.
Recomendo para todas as pessoas, é necessário que saibamos a fundo a história da humanidade, até que ponto podemos chegar. Só assim podemos refletir e tentarmos criar um mundo melhor.
Encontrei trailer, mas não achei legendado…
 Eu assisti no Netflix, se você nunca usou, dá pra se cadastrar e usar gratuitamente por um mês. Mas se não quiser ver por lá, enquanto eu procurava imagens para o post vi vários links de download no Google…

 

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